Yussef Ali Abdouni - Doctoralia.com.br
Especialista em mãos

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O que é?

O antebraço é a parte do corpo humano que vai do cotovelo até o punho. É graças a ele que podemos posicionar mão no espaço.  Ou seja, é uma estrutura bastante importante no dia a dia de uma pessoa. Ações básicas, como pegar um copo, abrir uma porta e até lavar o cabelo dependem dessa área.

O antebraço é composto por dois ossos, a ulna e o rádio, que possuem uma complexa relação entre si permitindo, por exemplo, movimentos rotacionais. Quando ocorre uma fratura de um ou ambos os ossos do antebraço, a movimentação do membro é comprometida e é necessário tratamento imediato.

Quais as causas?

Uma das causas mais comuns de fratura do antebraço é o trauma direto, ou seja, quando ocorre um impacto direto na região do osso. Lutadores podem sofrer com essas fraturas durante treinamentos ou competições, por exemplo, por golpes diretos na região.

Além disso, muitos casos de fratura do antebraço podem acontecer após queda sobre a mão ou punho. Não é incomum que as pessoas, ao tentarem amortecer o impacto apoiando os braços no chão, sofram esse tipo de fratura.

Também é possível que os ossos do antebraço quebrem por conta de acidentes de carro ou de moto.

Tipos de fratura do antebraço

Os ossos do antebraço vão do punho até a altura do cotovelo. Dependendo da região onde ocorrem, as fraturas recebem diferentes nomenclaturas:

- Fratura do terço proximal (quando as fraturas ocorrem na área próxima ao cotovelo);

- Fratura do terço distal (quando o osso quebra na área perto do punho);

- Fratura diafisária (designa as fraturas que ocorrem no meio do antebraço).

É importante lembrar que essas são classificações básicas. Existem muitas maneiras dos ossos se quebrarem: as fraturas podem acontecer em mais de um local, serem expostas (quando há ferimento e o osso fica exposto), os ossos podem se quebrar em apenas uma parte ou em diversos fragmentos, etc.

Sintomas

Em geral, o paciente que sofreu uma fratura nessa região percebe alguns sintomas imediatos. O principal deles é a dor no antebraço, ainda mais intensificada quando se tenta mexer o braço e a mão.

Outros sinais comuns são edema (inchaço) no local, deformidades (em muitos casos é possível ver a olho nu um desvio do osso), limitação dos movimentos e dormência na mão do lado afetado.

Diagnóstico

Se houver suspeita de fratura, procure um médico ortopedista imediatamente. O primeiro passo é informar ao especialista os fatos que resultaram na lesão (queda, golpe, impacto, etc) e os sintomas. Esse histórico será útil durante a investigação de lesões associadas, já que o antebraço possui outras estruturas que podem sofrer danos, como ligamentos e nervos.

Em seguida, o médico deverá realizar exames de imagem para avaliar mais de perto a condição dos ossos. Além da radiografia (raio-X), também podem ser solicitadas ressonância magnética e tomografia para analisar os danos.

Tratamento

O tratamento para uma fratura de antebraço vai depender de alguns fatores, entre eles a idade do paciente, se houve ou não desvio, presença de lesões associadas e o tipo de fratura.

Se não houver desvio ou se ele for pequeno, o tratamento pode ser realizado sem a necessidade de cirurgia. Nesses casos, o mais comum é imobilizar a região, fazer uso de analgésicos para dor e anti-inflamatórios e, se necessário, sessões de fisioterapia para recuperar a força e mobilidade do local.

As fraturas de antebraço com desvios altos podem ser encaminhadas para procedimentos cirúrgicos. Os ossos são realinhados com auxílio de pinos, hastes e parafusos ou fixador externo, dependendo do caso. Também é feita a imobilização da região. Após a cirurgia, o paciente também pode receber a orientação para fisioterapia.

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