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No final de 2019 a ANVISA liberou a comercialização de produtos derivados de Cannabis para fins medicinais. Já utilizados em alguns países para doenças como Parkinson, autismo, epilepsia e dores do câncer, os derivados da Cannabis poderão ser comercializados em farmácias autorizadas, mediante receita médica específica. O paciente ainda deve, juntamente com seu médico, assinar um termo de responsabilidade.

Assim como os receptores opioides, que foram descobertos no início da década de 1970 e estão presentes em várias partes do organismo, o Sistema Endocanabinóide foi identificado no final do século XX, sendo composto por receptores celulares e enzimas responsáveis pela produção de degradação de substâncias canabinóides endógenas. Esses receptores estão distribuídos principalmente no sistema nervoso central, no aparelho digestório e no sistema imunológico.

A planta da Cannabis possui substâncias com propriedades fitoterápicas, sendo as mais conhecidas o canabidiol (CBD) e o tetrahidrocanabinol (THC).  O CBD não produz efeitos psicoativos, enquanto o THC pode apresentar, dependendo da dosagem e da formulação.

A apresentação liberada para comercialização pela ANVISA é na forma de óleo, para administração por via oral ou nasal. Ou seja, ao contrário do que muitos podem imaginar, não será fumado. Nesta formulação, é possível ter somente o CBD, ou a combinação de ambos. Sabe-se que o CBD, quando em concentração maior que o THC, inibe o seu efeito psicoativo. Inclusive, o termo “maconha medicinal” não deve ser empregado, pois são utilizadas apenas duas das substâncias presentes na planta, em combinações terapêuticas.

Os principais efeitos adversos observados são similares aos de muitas outras medicações usadas rotineiramente, como sonolência e boca seca, que geralmente melhoram rapidamente com a interrupção do uso. E, o mais importante, o CBD não causa dependência química. Assim, seu uso pode trazer, potencialmente, menos riscos do que muitos opioides, como os derivados de morfina, que estão associados a muitas complicações devido ao uso prolongado.

No campo da ortopedia e das dores musculoesqueléticas em geral, os fitocanabinoides (CBD e THC) têm mostrado evidência em vários estudos no tratamento de síndromes dolorosas crônicas, como fibromialgia, dores neuropáticas, além de apresentar efeito antiespasmódico e anti-inflamatório. Seus efeitos são notados principalmente na diminuição da sensibilidade da dor e no aumento da tolerância à mesma. Outros estudos têm demonstrado, inclusive, redução das doses de analgésicos opioides e anti-inflamatórios, com redução de seus efeitos colaterais.

Apesar de promissora, esta medicação só deve ser tomada com prescrição médica e seguimento rigoroso. Além disso, tem indicações precisas. Consulte um médico com conhecimento sobre esta área, que ele te ajudará a entender melhor sobre o tratamento, sem mitos ou preconceitos.

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